domingo, 17 de maio de 2009

Poema


Renasces em ti mesma e por ti mesma.
Movimentas o sonho, a poesia e as aventuras imprevisíveis.
O imponderável é a tua matéria.


A poesia só me visita para que te realizes,
para que eu te sinta e te compreenda.


Que caminhos te prendem,
que ignotas rotas te iluminam?


Uma rosa se forma entre o teu sorriso e a aurora.
De repente,
tudo se torna tão irreal
que te sinto visível.
Emílio Moura

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