sexta-feira, 4 de janeiro de 2013


Não tenho qualquer disponibilidade para o mundo. Percorro lugares insuspeitos dentro de mim, estou cada vez mais só e já não me lamento. A vida deixou de me embriagar. Paciência. Nenhum fascínio pela morte. Escrever talvez seja o espaço habitual entre vida e morte. Aí me mantenho, aí me vou consumindo e sobrevivendo nessa espécie de limbo.
Al Berto

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